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Ordem Teutónica

A Ordem dos cavaleiros Teutônicos, ou Ordo Domus Sanctae Mariae Teutonicorum, foi fundada em 1190 para cuidar de cruzados feridos ou que necessitassem de algum tipo de assistência. Oito anos depois, seguindo o exemplo de outras organizações de cruzados, como os Templários e os Hospitalários, foi transformada numa ordem de cavalaria e subordinada diretamente ao Papa. Nos anos seguintes, cresceu rapidamente e, por volta de 1300, possuía cerca de 300 comendas, devidas a cruzados piedosos que lhe doavam dinheiro, terras, igrejas, mosteiros, conventos e hospitais. .

O grão-mestre nomeava comendadores locais – chamados Landmeister (mestres provinciais) – em algumas províncias. O mestre provincial para a Alemanha recebeu mais tarde o título de Deutschmeister (mestreteutônico). Inicialmente, eram divididos em cavaleiros, que precisam demonstrar pertencer a antigas famílias nobres, e sacerdotes, que não tinham essa obrigação e cuja função era administrar os sacramentos aos cavaleiros e aos doentes nos hospitais. Mais tarde foi acrescentada a classe dos irmãos servidores ou sargentos, que usavam uma cruz de apenas três ramos para mostrar que não eram membros plenos da Ordem.

Os principais cargos abaixo do grão-mestre eram o de Grande Comendador (seu imediato), Grande Marechal (comandante dos cavaleiros e das tropas ordinárias), Grande Hospitalário (encarregado dos doentes e dos pobres), Drapier (responsável pelas construções e vestimentas) e Tesoureiro (administrador das propriedades). Os cavaleiros eram recrutados principalmente naWestphalia.

Em 1211, o rei André da Hungria convidou os cavaleiros a se estabelecerem na fronteira da Transilvânia. Os belicosos cumanos eram uma ameaça constante e os húngaros esperavam que os cavaleiros oferecessem proteção contra seus ataques. O rei dispôs se a dar-lhes considerável autonomia sobre as terras que capturassem com a missão de cristianizar seus habitantes, mas não aceitou sua exigência de total independência e em 1215 ordenou-lhes que saíssem.

A ordem foi, porém, particularmente favorecida pelo Sacro Império. Em 1214, os grão-mestres passaram a ser membros da corte imperial. Em 1217, o Papa Honório III proclamou uma Cruzada contra os pagãos da Prússia e em 1225, o duque Conrado da Masóvia, invadido pelos prussianos, pediu a assistência dos cavaleiros Teutônicos, prometendo ao grão-mestre Culm, Dobrzin e todos os territórios que os cavaleiros viessem a conquistar.

Em 1226, o imperador da Alemanha lhes ofereceu a soberania sobre as terras que conquistassem como feudos imediatos do Império e a participação do grão-mestre na Dieta Imperial, na qualidade de príncipe. Em 1237, os cavaleiros Teutônicos absorveram a Ordem dos Cavaleiros da Espada, uma irmandade menor, mas poderosa, que controlava a Livônia e a Estônia, mas havia sido enfraquecida por uma séria derrota. Seu mestre tornou-se mestre provincial da Livônia e mais tarde recebeu também a distinção de príncipe da Dieta Imperial, junto com o mestre teutônico. Em 50 anos, os cavaleiros conquistaram toda a Prússia, em 160 anos consolidaram seu poder sobre todo o noroeste da Europa, incluindo as atuais Estônia e Letônia.

Em 1262, os cavaleiros Teutônicos foram autorizados pelo Papa a conservar suas propriedades hereditárias e participar do comércio, virtualmente abandonando os votos de pobreza e no ano seguinte ganharam o monopólio do comércio de grãos na Prússia. Os cavaleiros também podiam escravizar os pagãos capturados; quanto aos convertidos, eram dominados como servos feudais e podiam ser convocados a ajudá-los como tropas auxiliares, sujeitas aos maiores perigos. Os cavaleiros enfrentavam freqüentes revoltas e geralmente passavam apenas alguns anos prestando serviço no leste da Europa antes de irem para as propriedades na Alemanha ou para a Palestina.

Em 1291, com a derrota dos cruzados em Acre e sua expulsão total da Palestina, os Teutônicos retiraram-se para Chipre e depois para Veneza. Em 1300, o Papa permitiu que se dedicassem exclusivamente à luta contra os pagãos do Báltico. Em 1309 sua sede foi transferida para Marienburg, na Prússia. Entretanto, o rei cristão da Polônia, temendo o poder dos cavaleiros, aliou-se de 1325 a 1343, com o grão-duque pagão da Lituânia, interrompendo as conquistas da Ordem.

Em 1370, a Lituânia sofreu uma grande derrota nas mãos dos cavaleiros, mas em 1386 seu grão-duque casou-se com a herdeira do trono da Polônia e converteu-se ao cristianismo, tomando o nome de Vladislau. Com a Lituânia cristianizada e unida à Polônia, a ordem teutônica perdeu sua principal razão de existir e começou a perder o apoio da Igreja e dos príncipes europeus.  O próprio Papa lhe ordenou que chegasse a um acordo com o novo reino da Polônia-Lituânia. Mesmo assim, as disputas cresceram e logo os cavaleiros Teutônicos estavam em guerra também com dois outros reinos cristãos, Dinamarca e Suécia.

A ordem dos cavaleiros Teutônicos – então com 83 mil homens em armas – era um estado rico e poderoso, mas enfrentava o ressentimento de seus 2.140.000 súditos nativos e a desconfiança de seus vizinhos. Em 1410, a Polônia-Lituânia, aliada a duques alemães do Mecklemburg e da Pomerânia, reuniu um exército de 160 mil homens e os derrotou. Os cavaleiros conseguiram defender sua fortaleza em Marienburg e negociar um tratado de paz, endossado pelo Papa, que preservava suas fronteiras, mas seu poder ficou enfraquecido. Em 1466, tendo de enfrentar seus súditos e os poloneses ao mesmo tempo, perderam outra guerra e, com ela, a metade ocidental de suas terras e também sua soberania: o grão-mestre teve de reconhecer o rei da Polônia como seu suserano.

Em 1498, porém, a Ordem elegeu grão-mestre um membro de uma poderosa família principesca alemã – o príncipe Frederico da Saxônia, terceiro filho do Duque da Saxônia. Com o respaldo da dieta do Sacro Império, recuperou terras perdidas e recusou-se a prestar vassalagem aos reis da Polônia até sua morte em 1510. A Polônia, enfraquecida por problemas internos, não reagiu.

Convencidos de que estavam no rumo certo, em 1511, os cavaleiros decidiram novamente escolher um poderoso nobre alemão como seu líder: o margrave Alberto, da família Hohenzollern, senhora do Brandemburgo. Como seu antecessor, recusou-se a prestar homenagem ao rei da Polônia, mas sua posição foi enfraquecida pela postura do Imperador Maximiliano, que em 1515 assinou um tratado com a Polônia e exigiu que a Ordem recuasse às suas posições de 1467. O grão-mestre, porém, não obedeceu. Em vez disso, assinou um tratado com a Rússia e vendeu terras ao Brandemburgo para assegurar o apoio de sua família.

A escalada do conflito chegou ao clímax em 1523, quando Martinho Lutero escreveu aos cavaleiros convidando-os a quebrar seus votos e se casarem. O Bispo deSambia, que era também governador da Prússia em nome da Ordem, aderiu ao protestantismo e exortou os cavaleiros a segui-lo. Em 1524, o próprio grão-mestre decidiu abandonar seus votos, casar-se e converter a Prússia num ducado secular luterano, feudo do reino da Polônia, cujo rei, em troca, reconheceu a mudança e o direito do novo duque de fundar sua dinastia.

Parte da ordem permaneceu fiel à Igreja Católica, na Livônia e no sul da Alemanha, estabelecendo uma nova sede em Mergentheim, no Wurtemberg e em 1530 o Imperador deu-lhes soberania formal sobre a Prússia, desafiando os Hohenzollern. Ao longo das guerras que se seguiram, os protestantes do norte da Alemanha, valendo-se da rivalidade entre os reis católicos – os burbons da França e os habsburgos da Espanha e Áustria –, foram inicialmente vitoriosos.

Em 1590, porém, o Papa e os reis católicos conseguiram se unir numa Santa Aliança contra os protestantes e os sebastianistas luso-brasileiros, em troca da promessa de partilha de suas riquezas e colônias. Os príncipes do norte da Alemanha acabaram sendo inteiramente derrotados. O Brandemburgo foi transformado num ducado da casa da Áustria, como muitos outros principados do norte da Alemanha que haviam aderido ao luteranismo. A Prússia foi reconquistada e voltou a ser administrada pela Ordem, mas agora relativamente enfraquecida e sob o firme controle de um Império Alemão firmemente centralizado sob o domínio dos habsburgos.

Nas décadas seguintes, a Ordem Teutônica tornou-se uma força especial controlada pelos Imperadores da Alemanha, cujas habilidades militares foram testadas na luta contra os portugueses, holandeses, escoceses e suecos que resistiam à Contra-Reforma. Apesar da derrota da Santa Aliança frente à resistência sebastianista e protestante, reforçada por novas tropas brasileiras, méxicas e incas que desembarcaram na Península Ibérica em 1670, os Teutônicos continuaram prestigiados e recrutando guerreiros ambiciosos entre os alemães e os húngaros, pouco prestigiados pela ordem rival dos Hospitalários. Teve um papel importante na luta contra os otomanos e na reconquista da Palestina, em 1766.

Em 1736, o rei Luís XV da França desposou a herdeira do trono do Sacro Império, Maria Teresa de Áustria. Com a morte do imperador Carlos VI em 1740, a maior parte da Europa foi unificada sob o cetro do casal imperial, num estado conhecido com o nome de Sacro Império Romano da nação Francesa, onde os Teutônicos e Hospitalários passaram a ser as principais tropas de elite.

Em 1780, a Ordem Teutônica, com sede em Königsberg, tem 1.500 cavaleiros combatentes, 3 mil não-combatentes e 30 mil dependentes, governa a Prússia e algumas terras no sul da Alemanha sob a suserania do Imperador e participa da administração da Palestina e mantém uma pequena força naval no Báltico. Sua prioridade é a luta contra o protestantismo, o judaísmo e a subversão dentro do Sacro Império, o que a transformou numa espécie de polícia política e religiosa. Administra também um razoável número de asilos e outras obras de caridade, ativas principalmente na Alemanha.

Wikipédia

Armas do Grão-Mestre da Ordem dos Cavaleiros Teutônicos.

A Ordem dos cavaleiros teutônicos de Santa Maria de Jerusalém, conhecida apenas como Ordem Teutónica (português europeu) ou Teutônica (português brasileiro) (em alemão: Deutscher Orden; em latim: Ordo Domus Sanctæ Mariæ Theutonicorum) foi uma ordem militar cruzada, vinculada à Igreja Católica por votos religiosos pelo Papa Clemente III, formada em Acre, na Palestina, na época das Cruzadas, no final do século XII. Usavam sobrevestes brancas com uma cruz negra.

Tiveram a sua sede em Montfort, uma fortaleza construída nos tempos do reino de Jerusalém, durante as Cruzadas, cujos vestígios se conservam no norte de Israel.

A Ordem Teutónica foi uma das mais poderosas e influentes da Europa. A maioria dos seus membros pertencia à nobreza, inclusive a família real prussiana e outros nobres germânicos. Os soberanos e a nobreza dos antigos estados antecessores da atual Alemanha (ver artigo: Unificação Alemã), inclusive a família soberana do Império Alemão(1871-1918) e da Prússia(1525-1947) – os von Hohenzollern), eram membros da ordem.

Em 1809, quando Napoleão Bonaparte determinou a sua extinção, a Ordem perdeu as suas últimas propriedades seculares, mas logrou sobreviver até o presente. O decreto papal emitido por Pio XI, a 21 de novembro de 1929, transformava os cavaleiros teutónicos numa ordem clerical composta por sacerdotes, padres e freiras. Atualmente, tem a sua sede em Viena, Áustria, e trabalha primordialmente com objetivos assistenciais. A cruz teutónica está na origem da célebre “Cruz de Ferro” , condecoração ainda em uso pelas forças armadas alemãs.

A mudança para o centro e norte da Europa

Cavaleiros Teutônicos na Polônia.

Bandeira Teutônica

Após a derrota das forças cristãs no Oriente Médio, os cavaleiros mudaram-se para a Transilvânia em 1211, a convite do rei André II da Hungria, onde fundam a cidade de Brasov, mas foram expulsos em 1225. Transferiram-se então para o norte da Polônia, onde criaram o Estado independente da Ordem Teutônica. A agressividade e o poder da Ordem ameaçava os países vizinhos, em especial o reino da Polônia e o Grão-Ducado da Lituânia.

Entre 1229 e 1279 a ordem conquistou áreas na Prússia, onde os cavaleiros construíram muitas cidades e fortes. Por volta de 1329, os cavaleiros teutônicos controlavam, por domínio Papal, toda a região do Báltico desde o golfo da Finlândia até a Pomerânia (Pomorze) na Polônia. Na parte sul de seu domínio, a ordem foi abolida e suas terras se tornaram a Prússia em 1525. A parte norte (Estônia e Letónia) foi dividida entre a Polônia, Rússia e Suécia depois de 1558.

Em 1410, na batalha de Grunwald (também conhecida como batalha de Tannenberg), um exército combinado polaco-lituano comandado pelo rei polaco Ladislau II Jagelão derrotou a Ordem e pôs fim a seu poderio militar.

Torre Teutônica em Acre, Palestina

O poder da Ordem continuou a declinar até 1525, quando seu Grão-Mestre, Alberto de Brandemburgo, converteu-se ao luteranismo e assumiu o título e os direitos de duque hereditário da Prússia (embrião do reino da Prússia, catalisador do futuro Império Alemão). O Grão-Magistério foi então transferido para Mergentheim, de onde os Grão-Mestres continuavam a administrar as consideráveis posses da Ordem na Alemanha.

Em 1809, quando Napoleão Bonaparte determinou a sua extinção, a Ordem perdeu as suas últimas propriedades seculares, mas logrou sobreviver até o presente. No decreto papal emitido por Pio XI, a 21 de Novembro de 1929, transformava os cavaleiros teutónicos numa ordem clerical composta por sacerdotes, padres e freiras. Atualmente, tem a sua sede em Viena, Áustria, e trabalha primordialmente com objetivos assistenciais. A cruz teutónica está na origem da célebre “Cruz de Ferro” , condecoração ainda em uso pelas forças armadas alemãs.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ordem_Teut%C3%B3nica

Site oficial: http://www.deutscher-orden.at/

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Sociedades Secretas – Liga de Ofícios

Tipo: Revista
Páginas: 100
Autor: Editora Escala
Assunto: Sociedades Secretas – Liga de Ofícios
Tamanho: 38.137k
Formato: PDF
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Yakuza

Yakuza é o nome dado às gangues criminosas organizadas do Japão. A Yakuza não é uma organização única, mas um conjunto de gangues separadas ou clãs parecidos com amáfia americana. Esses criminosos violentos deixaram seus vestígios em muitos aspectos da vida japonesa, desde a jogatina e esquemas de prostituição até os bastidores do poder político e financeiro de alto escalão.

As várias gangues que compõem a Yakuza têm diferentes origens, e as versões dessas origens divulgadas pelas gangues podem ser bem diferentes do registro histórico. Em sua própria visão, a Yakuza descende de personagens honrados, que defendiam de bandidos itinerantes seus povoados – da mesma forma que Robin Hood. Algumas até declaram que a linhagem da Yakuza vai até os Ronin, guerreiros samurai que se encontravam sem mestres após um período de conturbação política no Japão do século XVII [fonte: Biblioteca do Crime – em inglês]. Você pode ler mais sobre Ronin e samurai em Como funcionam os samurais.

Outras pessoas dizem que a Yakuza, em vez disso, se originou a partir doskabuki-mono, “os loucos.” Esses eram gângsters maltrapilhos que portavamespadas muito longas, intimidavam povoados inteiros e às vezes executavam os seus habitantes sem nenhuma razão [fonte: Kaplan]. A verdade é provavelmente uma combinação de duas histórias. Deixados sem uma hierarquia militar de orientação à sua vida, muitos samurais se voltaram para o crime. Outros partiram para atividades mercantis ou negócios mais escusos, como casas de jogos e prostituição [fonte: Seymour]. Esses criminosos, guerreiros sem mestre e novatos no sistema comercial japonês tinham uma coisa em comum: eles eram todos marginalizados.

O nome “Yakuza” reflete essa situação de marginalização. Ele é proveniente de um jogo de cartas japonês chamado Oicho-Kabu. Esse jogo é similar aobacará, em que o valor em pontos de uma mão é baseado no dígito final da pontuação de uma mão. Uma mão de oito, nove e três é igual a 20, que não vale ponto: a pior mão possível no jogo. As palavras japonesas para oito, nove e três (ya, ku e za) formam a palavra “Yakuza”, significando sem valor ou sem sentido. Confira esta página sobre o oicho-kabu (site em inglês) para saber mais sobre o jogo. ­

A palavra “Yakuza” originalmente se referia a uma pessoa que era um membro de uma gangue, mas hoje em dia se refere ao crime organizado japonês como um todo. Boryokudan, outra palavra para Yakuza, é considerada um insulto. Ela se refere a gângsteres degenerados e violentos sem nenhum senso de tradição ou honra. Essa é a maneira com a qual a polícia japonesa se refere à Yakuza.

Os ancestrais mais diretos da Yakuza são grupos de empresários clandestinos do século XVIII que comercializavam ou vendiam mercadorias nas ruas das grandes cidades. Conhecidos como bakuto e tekiya, respectivamente, esses biscates e camelôs ainda emprestam os seus nomes a alguns clãs atuais da Yakuza [fonte: Kaplan]. Esses grupos se organizaram gradualmente em gangues conhecidas como famílias ou clãs, que tinham hierarquias e regras formais.

No final do século XIX, a Yakuza se tornou associada a ideologias e políticas nacionalistas e militaristas. As gangues cultivaram alianças com políticos, e os políticos as usaram para assassinar adversários, grupos empresariais fortes ou mesmo em combates com nações próximas como a China [fonte:Kaplan]. A desordem no Japão Pós-Segunda Guerra Mundial também pode ter conferido à Yakuza uma presença ainda mais forte na economia e política do Japão.

Wikipédia

Yakuza (em japonês: ヤクザ ou やくざ), também conhecidos como gokudō (極道) são os membros das tradicionais organizações de crime organizado existentes no Japão. Apolícia japonesa os chama de bōryokudan (暴力団, literalmente “grupo de violência”), enquanto os próprio yakuza se chamam de “ninkyō dantai” (任侠団体 ou 仁侠団体, “organizações cavalheirescas”).

Os Yakuza surgiram como associações criminosas e obedeciam a regras rígidas específicas. Com o tempo, passaram a influenciar diversos segmentos da sociedade e política japonesa. Foi no início do século XVII que nasceram, nos grandes centros urbanos de Osaka e Edo (atual Tóquio), sob a égide dos chefes de quadrilhas. Os Yakuza agrupam diversas categorias: primeiro foram os jogadores profissionais e os ambulantes. A esses uniram-se os samurais que, a partir de 1603, com o fim das guerras feudais e o reinado da “Paz Tokugawa” por 250 anos, viram-se sem mestres, ameaçados de banimento.

Na hierarquia social Yakuza, abaixo dos samurais, dos artesãos e dos comerciantes vêm os hinin (não-humanos) e os eta (maculados). Os “hinin” são carcereiros, carrascos e pessoas ligadas à espetáculos. Os “eta” estão vinculadas à profissão de abate de animais (no xintoísmo e no budismo consiste mácula todo trabalho ligado à morte e ao sangue).

Os Yakuza criaram um estatuto e um código baseado nas relações de fidelidade entre o padrinho (oyabun) e seu protegido (kobun): a cerimônia de consagração consiste na troca do copo de saquê e representa a entrada no clã e os laços de sangue.

Sociedade

A Yakuza era uma sociedade exclusivamente masculina. Eles acreditavam que as mulheres foram feitas para serem mães e para cuidarem de seus maridos, não devendo se meter nos negócios dos homens. Um outro motivo pelo qual as mulheres não eram aceitas na yakuza é que não se deve falar sobre o grupo a ninguém de fora, e eles acreditavam que as mulheres não seriam fortes o suficiente para se manterem caladas caso fossem interrogadas pela polícia ou por algum inimigo. Isso ocorria até a década de 1990, atualmente já existem mulheres que atuam na Yakuza e ocupam alto escalão no grupo, mas para entrarem no grupo, dependendo de qual função, elas devem passar por diversos testes. Nos dias atuais recrutam também jovens e estudantes, para infiltração na chamada “dominação da área”. pois eles não usam tatuagens, mas são obrigadas a aprender artes marciais e a manejar armas, como espada, nunchaku, e armas de fogo, entre centenas de outras.

Quando o chefe morre e não há ninguém que possa substituí-lo imediatamente, é a esposa quem assume temporariamente o comando do grupo.

Família

Os clãs são organizados à semelhança de uma família, possuindo talvez a mais rígida das hierarquias do mundo dos crimes. O oyabun (pai) é o chefe, wakashu são seus filhos e kyodai são seus irmãos. Todos devem total obediência e lealdade ao oyabun, e em troca ele oferece proteção a todos de seu clã. Os membros não devem temer a morte pelo oyabun, e devem concordar com tudo o que ele diz.

Há dois tipos de yakuza: aqueles que pertencem a um clã e os autônomos. Por não pertencerem a clã algum, os autônomos têm dificuldades para agir, pois os grupos não permitem que eles atuem em seus territórios. Os clãs costumam usá-los como espiões ou pagá-los para realizar um serviço sujo no qual não queiram envolver o seu clã. Se o autônomo for ambicioso e capacitado, pode começar um grupo do zero, mas geralmente, quando não é assassinado, torna-se membro de algum clã já existente.

Obrigações

Entre as obrigações dos membros estão:

Não esconder dinheiro da gangue;

Não se envolver pessoalmente com narcóticos;

Não procurar a lei ou a polícia;

Não violar a mulher de outro membro;

Não desobedecer às ordens de um superior;

Não deixar rastros após o crime.

Não matar ninguém da gangue sem a permissão de um superior

Liderança

O chefe dos filhos chama-se wakagashira, e dos irmãos shateigashira. O wakagashira é o segundo em autoridade, vindo logo após o oyabun e servindo também como um intermediário para supervisionar se as ordens estão sendo cumpridas. O shateigashira é o terceiro em autoridade.

Cada filho pode formar sua própria gangue e assim por diante, resultando em diversas subfamílias. Cada um obedece o líder de sua gangue, mas é sempre o oyabun que dá a palavra final.

Uma família típica tem de 20 a 200 membros, o que pode assegurar ao clã todo um número bem superior a 1000 homens. As familias em que possuem membros yakuza são geralmente de raiz com nome Shibatsu, Yakasa, Shiatsuta, Tashiro, Tonaco, Shematse, Tokesho entre outras diversas com membros na cultura japonesa.

Quando um indivíduo entra na sociedade dos yakuza, muitos clãs não permitem que ele saia do seu grupo, duvidando de que possa vazar alguma informação.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Yakuza

 

Ordem dos Templários

Criada em 1118, na cidade de Jerusalém, por cavaleiros de origem francesa, a Ordem dos Templários tornou-se, nos séculos seguintes, numa instituição de enorme poder político, militar e econômico. Inicialmente suas funções limitavam-se aos territórios cristãos conquistados na Terra Santa durante o movimento das Cruzadas. Nas décadas seguintes, a Ordem se beneficiou de inúmeras doações de terra na Europa que lhe permitiram estabelecer uma rede de influência em todo o continente.

Com a tomada de Jerusalém pela primeira cruzada e o surgimento de um reino cristão, nove cavaleiros que dela participaram, pediram autorização para permanecer na cidade e proteger os peregrinos que para lá se dirigiam. Passaram então a viver nos estábulos do antigo Templo de Salomão, em Jerusalém.

Estes cavaleiros fizeram voto de pobreza e de castidade. O seu símbolo passou a ser o de um cavalo montado por dois cavaleiros. Em decorrência do local de sua sede, do voto de pobreza e da fé em Cristo, surgiu o nome da Ordem: Os Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão, ou simplesmente Cavaleiros Templários.

Segundo a lenda, nos primeiros nove anos de existência, eles se dedicaram a escavações feitas em sua sede. E nestas escavações, eles encontraram documentos e tesouros que os tornaram poderosos. Convém ressaltar que o Templo de Salomão era o local mais santo dos Judeus e era riquíssimo. Antes do segundo templo  ser destruído pelos romanos, em represália a um levante judeu contra o poder de Roma, os sacerdotes teriam enterrado grande parte da riqueza como forma de evitar que fossem tomadas pelas legiões.

A história também diz que eles ficaram com a tutela do Santo Graal, o cálice onde foi coletado o sangue de Jesus Cristo na cruz, e o mesmo que foi usado na última ceia.

Graças ao empenho deles na defesa da Cristandade, ao heroísmo e à coragem demonstrados em inúmeras batalhas,  e devido à absoluta conduta correta adotada, os locais que guardavam tornaram-se locais extremamente seguros e qualquer recinto protegido pela cruz da Ordem aparecia como se fora um oásis. Um lugar protegido pelo Senhor.

Era tal a confiança que despertavam que não tardou para que suas instalações se transformassem em estabelecimentos bancários, ainda que informais, fazendo deles entre os séculos XII e XIII, os principais fornecedores de crédito a quem os poderosos da época recorriam. Assim foi que se gerou a lenda da fortuna fabulosa do Tesouro dos Templários. Valentes até a temeridade e depositários de imensas fortunas, foram alvos da cobiça do Rei Felipe, o Belo, da França, que premido por necessidade de dinheiro, em conseqüência das incessantes guerras que movia aos seus vizinhos e temeroso do poderio dos Cavaleiros Templários, resolveu apoderar-se dos bens da Ordem.

Acusados de heresia perante a inquisição, os Templários foram denunciados por possuírem um esoterismo particular, sendo caluniados, espoliados e martirizados, retiraram-se para a Escócia, Inglaterra e Portugal, onde se juntaram à Maçonaria.

Hoje os Templários estão espalhados por todos os países onde dedicam suas atividades em prol do bem estar e moral da civilização e do progresso do ser humano de forma integral, como ajuda a orfanatos, amparo à velhice e às crianças desamparadas, oferecendo estímulo moral e material aos cientistas e estudiosos.

Sendo uma ordem ecumênica, não faz distinção de raça, credo, nacionalidade, religião e de estirpe. Respeitando as leis e as tradições de todos os povos nos países onde estendem suas atividades.

Fonte: http://www.ordemdostemplarios.org

Wikipédia

A Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão (em latim”Ordo Pauperum Commilitonum Christi Templique Salominici”), mais conhecida como Ordem dos Templários, Ordem do Templo (em francês “Ordre du Temple” ou “Les Templiers”) ou Cavaleiros Templários (algumas vezes chamados de: Cavaleiros de Cristo, Cavaleiros do Templo, Pobres Cavaleiros, etc). Foi uma das mais famosas Ordens Militares de Cavalaria. A organização existiu por cerca de dois séculos na Idade Média, fundada no rescaldo da Primeira Cruzada de 1096, com o propósito original de proteger os cristãos que voltaram a fazer a peregrinação a Jerusalém após a sua conquista.

Os seus membros fizeram voto de pobreza e castidade para se tornarem monges. Usavam seus característicos mantos brancos com a cruz vermelha de malta, e seu símbolo passou a ser um cavalo montado por dois cavaleiros. Em decorrência do local de sua sede (a mesquita Al-Aqsa no cume do monte onde existira o Templo de Salomão em Jerusalém) e do voto de pobreza e da fé em Cristo surgiu o nome “Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão”.

O sucesso dos Templários esteve vinculado ao das Cruzadas. Quando a Terra Santa foi perdida, o apoio à Ordem reduziu-se. Rumores acerca da cerimónia de iniciação secreta dos Templários criaram desconfianças, e o rei Filipe IV de Françaprofundamente endividado com a Ordem, começou a pressionar o Papa Clemente V a tomar medidas contra eles. Em 1307, muitos dos membros da Ordem em França foram detidos e queimados em estacas. Em 1312, o Papa Clemente dissolveu a Ordem. O súbito desaparecimento da maior parte da infra-estrutura europeia da Ordem deu origem a especulações e lendas, que mantém o nome dos Templários vivo até os dias atuais.

História

A Ordem foi fundada por Hugo de Payens em 1118, com o apoio de mais 8 cavaleiros e do novo rei de Jerusalém de nome Balduíno II, após a Primeira Cruzada, com a finalidade de proteger os peregrinos que tentassem chegar em Jerusalém, porém eram vítimas de ladrões, e a Terra Santa dos ataques dos muçulmanos mantendo os reinos cristãos que as Cruzadas haviam fundado no Oriente.

Oficialmente aprovada pela Igreja Católica por meio do papa Honório II em torno de1128, ganhando isenções e privilégios, dentre estes, o líder teria o direito de se comunicar diretamente com o papa. a Ordem tornou-se uma das favoritas da caridadeem toda a cristandade, e cresceu rapidamente tanto em membros quanto em poder, estavam entre as mais qualificadas unidades de combate nas Cruzadas[9] e os membros não-combatentes da Ordem geriam uma vasta infra-estrutura econômica, inovando em técnicas financeiras que constituíam o embrião de um sistemabancário, e erguendo muitas fortificações por toda a Europa e a Terra Santa.

A regra dessa ordem religiosa de monges guerreiros (militar) foi escrita por São Bernardo. A sua divisa foi extraída do livro dos Salmos: “Non nobis Domine, non nobis, sed nomine Tuo ad gloriam” (Sl. 115,1) que significa “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao Vosso nome dai a glória”.

O seu crescimento vertiginoso, ao mesmo tempo que ganhava grande prestígio na Europa, deveu-se ao grande fervor religioso e à sua incrível força militar. Os Papas guardaram a ordem acolhendo-a sob sua imediata proteção, excluindo qualquer intervenção de qualquer outrajurisdição fosse ela secular ou episcopal. Não foram menos importantes também os benefícios temporais que tal Ordem recebeu dos soberanos da Europa.

A primeira sede dos Cavaleiros Templários, a Mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém, o Monte do Templo. Os Cruzados chamaram-lhe de o Templo de Salomão, como ele foi construído em cima das ruínas do Templo original, e foi a partir desse local que os cavaleiros tomaram seu nome de Templários.

As Cruzadas foram guerras proclamadas pelo papa, em nome de Deus, e travadas como se fossem uma iniciativa do próprio Cristo para a recuperação da propriedade cristã ou em defesa da Cristandade. A Primeira Cruzada foi pregada pelo papa Urbano II, no Concílio de Clermont, em 1095. A sua justificativa tinha como fundamento a recuperação da herança de Cristo, restabelecer o domínio da Terra Santa e a protecção dos cristãos contra o avanço dos veneradores do Islã. Esta dupla causa foi comum a todas as outras expedições contra as terras pertencentes aos reinos de Alá e, desde o princípio, deram-lhes o carácter de peregrinações.

As cruzadas tomaram Antioquia, (1098) Jerusalém, (1099) e estabeleceram o principado de Antioquia, o condado de Edessa e Trípoli, e o Reino Latino de Jerusalém, os quais sobreviveram até 1291. A esta seguiram-se a Segunda Cruzada, (1145-48) e a Terceira, (1188-92) no decorrer da qual, Chipre caiu sob domínio latino, sendo governada por europeus ocidentais até 1571. A Quarta Cruzada (1202- 04) desviou-se do seu curso, atacou e saqueou Constantinopla (Bizâncio), estabelecendo domínio latino na Grécia. A Quinta Cruzada (1217- 21) foi a primeira do rei Luís IX da França. Contudo, houve também um grande número de empreendimentos menores (1254 -91), e foram estes que se converteram na forma mais popular de cruzada.

Um contemporâneo (Jacques de Vitry) descreve os Templários como “leões de guerra e cordeiros no lar; rudes cavaleiros no campo de batalha, monges piedosos na capela; temidos pelos inimigos de Cristo, a suavidade para com Seus amigos”.O poder da Ordem tornou-se tão grande que, em 1139 que o papa Inocêncio II emitiu um documento declarando que os templários não deviam obediência a nenhum poder secular ou eclesiástico, apenas ao próprio papa.

Levando uma forma de vida austera não tinham medo de morrer para defender os cristãos que iam em peregrinação a Terra Santa. Como exército nunca foram muito numerosos aproximadamente não passavam de 400 cavaleiros em Jerusalém no auge da Ordem, mesmo assim foram conhecidos como o terror dos maometanos. Quando presos rechaçavam com desprezo a liberdade oferecida em troco da apostasia, permanecendo fiéis à fé cristã.

Crescimento da ordem e a perda de sua missão

Com o passar do tempo a ordem ficou riquíssima e muito poderosa: receberam várias doações de terras na Europa, ganharam enorme poder político, militar e econômico, o que acabou permitindo estabelecer uma rede de grande influência no continente.

Também começaram a ser admitidas na ordem, devido à necessidade de contingente, pessoas que não atendiam aos critérios que eram levados em conta no início. Logo, o fervor cristão, a vida austera e a vontade de defender os cristãos da morte deixaram de ser as motivações principais dos cavaleiros templários.

A riqueza da ordem atrai o Estado e a igreja Católica

Templários condenados à fogueira pela Santa Inquisição.

Filipe IV de França pensou em apropriar-se dos bens dos Templários, e por isso havia posto em andamento uma estratégia de descrédito, acusando-os de heresia.

A ordem de prisão foi redigida em 14 de Setembro de 1307 no dia da exaltação da Santa Cruz, e no dia 13 de Outubro de 1307 (uma sexta-feira) o rei obrigou o comparecimento de todos os templários da França. Os templários foram encarcerados em masmorras e submetidos a torturas para se declararem culpados de heresia, no pergaminho redigido após a investigação dos interrogatórios, no Castelo de Chinon, no qual Filipe IV de França (Felipe, o Belo), influenciado por Guilherme de Nogaret havia prendido ilicitamente o último grão-mestre do Templo e alguns altos dignitários da Ordem.

O Pergaminho de Chinon atesta que o Papa Clemente V, absolveu os templários, das acusações de heresia, evidenciando, assim, que a queda histórica da Ordem deu-se por causa da perda de sua missão e de razões de oportunismo político.

Da perda de sua missão o que caracterizou não mais uma vida austera como no inicio da ordem se aproveitou Filipe, o Belo, para se apoderar dos bens da Ordem, acusando-a de ter se corrompido. Ele encarcerou os Superiores dos Templários, e, depois de um processo iníquo, os fez queimar vivos, pois obtivera deles confissões sob tortura, que eram consideradas nulas pelas leis da Igreja e da Inquisição, bem como pelos Concílio de Vienne (França) em 1311 e Concílio regional de Narbona (França) em 1243.

Da Sentença do Papa Clemente V aos nossos dias

Concílio de Vienne

Filipe IV da França.

O chamado “Pergaminho de Chinon” ao declarar que Clemente V absolveu a Ordem das acusações de heresia, e que deu a absolvição ao último grão-mestre, Jacques de Molay, e aos demais cavaleiros, suscitou a reação da monarquia francesa, de tal forma que obrigou o papa Clemente V a uma discussão ambígua, sancionada em 1312, durante o Concílio de Vienne, pela bula Vox in excelso, a qual declarava que o processo não havia comprovado a acusação de heresia.

Após a descoberta nos Arquivos do Vaticano, da acta de Chinon, assinada por quatro cardeais, declarando a inocência dos Templários, sete séculos após o processo, o mesmo foi recordado em uma cerimónia realizada no Vaticano, a 25 de outubro de 2007, na Sala Vecchia do Sínodo, na presença de Monsenhor Raffaele Farina, arquivista bibliotecário da Santa Igreja Romana, de Monsenhor Sergio Pagano, prefeito do Arquivo Secreto do Vaticano, de Marco Maiorino, oficial do Arquivo, de Franco Cardini, medievalista, de Valerio Manfred, arqueólogo e escritor, e da escritoraBarbara Frale, descobridora do pergaminho e autora do livro “Os templários”.

O Grão Priorado de Portugal esteve representado por Alberto da Silva Lopes, Preceptor das Comendadorias e Grão Cruz da Ordem Suprema e Militar dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão.[carece de fontes]

Considerações finais

A destruição da Ordem do Templo propiciou ao rei francês não apenas os tesouros imensos da Ordem (que estabelecera o início do sistema bancário), mas também a eliminação do exército da Igreja, o que o tornava senhor rei absoluto, na França.

Nos demais países a riqueza da ordem ficou com a Igreja Católica.

Na sua pira, De Molay teria desafiado o rei e o Papa a encontrá-lo novamente diante do julgamento de Deus antes que aquele ano terminasse – apesar de este desafio não constar em relatos modernos da sua execução. Filipe o Belo e Clemente V morreram ainda no ano de 1314. Esta série de eventos formam a base de “Les Rois Maudits” (“Os Reis Malditos”), uma série de livros históricos de Maurice Druon. Ironicamente, Luís XVI de França (executado em 1793) era um descendente de Felipe O Belo e de sua neta, Joana II de Navarra.

Afirma-se ainda que, quando a cabeça do rei caiu na cesta da guilhotina, um homem não identificado se aproximou, mergulhou a mão no sangue do monarca, sacudindo-a no ar e gritou: “Jacques de Molay, fostes vingado!”

A Ordem do Templo e a historiografia

O fato de nunca ter havido uma oportunidade de acesso aos documentos originais dos julgamentos contra os templários motivou o surgimento de muitos livros e filmes, com grande repercussão pública, porém, sem nenhum fundamento histórico. Por este mesmo motivo, muitas sociedades secretas, como a Maçonaria, se proclamam “herdeiras” dos templários.

A obra, publicada pela Biblioteca Vaticana: “Processos contra templários”, restaura a verdade histórica sobre Os Cavaleiros da Ordem do Templo, conhecidos como templários, cuja existência e posterior desaparecimento foram motivo de numerosas especulações e lendas.

Os Pergaminho de Chinon são relativos ao processo contra os templários, realizados sob o pontificado do Papa Clemente V, cujos originais são conservados no Arquivo Secreto do Vaticano. O principal valor da publicação reside na perfeita reprodução dos documentos originais do citado processo e nos textos críticos que acompanham o volume; explicam como e por que o pontífice Clemente V absolveu os Templários da acusação de heresia e suspendeu a Ordem sem dissolvê-la, reintegrando os altos dignitários Templários e a própria Ordem na comunhão da Igreja.

Lendas e relíquias

Lendas envolvendo os Cavaleiros Templários

A destruição do arquivo central dos Templários (que estava na Ilha de Chipre) em 1571 pelos otomanos [carece de fontes], tornou-se o principal motivo da pequena quantidade de informações disponíveis e da quantidade enorme de lendas e versões sobre sua história. Os Templários tornaram-se, assim, associados a lendas sobre segredos e mistérios, e mais rumores foram adicionados nos romances de ficção populares, como Ivanhoe, O Pêndulo de Foucault, e O Código Da Vinci, filmes modernos, tais como “A Lenda do Tesouro Perdido” e “Indiana Jones e a Última Cruzada”, bem como jogos de vídeo, como Broken Sword e Assassin’s Creed.

O Domo da Rocha, uma das estruturas do Monte do Templo.

Uma das versões faz ligação entre os Templários e uma das mais influentes e famosas sociedades secretas, a Maçonaria.

Historiadores acreditam na separação dos Templários quando a perseguição na França foi declarada. Um dos lugares prováveis para refúgio teria sido a Escócia. Onde apenas dois Templários haviam sido presos e ambos eram ingleses. Embora os cavaleiros estivessem em território seguro, sempre havia o medo de serem descobertos e considerados novamente como traidores. Por isso teriam se valido de seus conhecimentos da arquitetura sagrada e assumiram um novo disfarce para fazerem parte da maçonaria (texto do livro Sociedades Secretas – Templários, editora Universo dos Livros).

E o fato de várias catedrais e construções góticas apresentarem uma variedade de figuras místicas gravadas nas paredes nos templos maçons que lembram símbolos usados pelos Templários.

Muitas das lendas dos Templários estão relacionadas com a ocupação precoce pela Ordem do Monte do Templo em Jerusalém e da especulação sobre as relíquias que os templários podem ter encontrado lá, como o Santo Graal ou a Arca da Aliança. No entanto, nos extensos documentos da inquisição dos Templários nunca houve uma única menção de qualquer coisa como uma relíquia do Graal, e muito menos a sua posse, por parte dos Templários. Na realidade, a maioria dos estudiosos concorda que a história do Graal era apenas isso, uma ficção que começou a circular na época medieval.

O tema das relíquias também surgiram durante a Inquisição dos Templários, como documentos diversos dos julgamento referem-se a a adoração de um ídolo de algum tipo, referido em alguns casos, um gato, uma cabeça barbada, ou, em alguns casos, a Baphomet. Essa acusação de idolatria contra os templários também levou à crença moderna por alguns de que os templários praticavam bruxaria.

Além de possuir riquezas (ainda hoje procuradas) e uma enorme quantidade de terras na Europa, a Ordem dos Templários possuía uma grande esquadra. Os cavaleiros, além de temidos guerreiros em terra, eram também exímios navegadores e utilizavam sua frota para deslocamentos e negócios com várias nações. Devido ao grande número de membros da Ordem, apenas uma parte dos cavaleiros foram aprisionados (a maioria franceses). Os cavaleiros de outras nacionalidades não foram aprisionados e isso os possibilitou refugiar-se em outros países. Segundo alguns historiadores, alguns cavaleiros foram para Escócia, Suíça, Portugal e até mais distante, usando seus navios. Muitos deles mudaram seus nomes e se instalaram em países diferentes, para evitar uma perseguição do rei e da Igreja.

O desaparecimento da esquadra é outro grande mistério. No dia seguinte ao aprisionamento do cavaleiros franceses, toda a esquadra zarpou durante a noite, desaparecendo sem deixar registros. Por essa mesma data, o Rei Português D. Dinis nomeava o primeiro almirante Português de que há memória, apesar de Portugal não ter armada; por outro lado, D. Dinis evitava entregar os bens dos Templários à Igreja e consegue criar uma nova Ordem de Cristo com base na Ordem Templária, adoptando para símbolo uma adaptação da cruz orbicular Templária; levantando a dúvida de que planeava apoderar-se da armada Templária para si.

Um dado interessante relativo aos cavaleiros que teriam se dirigido para a Suíça, é que antes desta época não há registros de existência do famoso sistema bancário daquele país. Até hoje utilizado e também discutido. Como é sabido, no auge de sua formação, os cavaleiros da Ordem desenvolveram um sistema de empréstimos, linhas de crédito, depósitos de riquezas que na sua época já se assemelhava bastante aos bancos de hoje. É possível que foram os cavaleiros que se refugiaram na Suíça que implantaram o sistema bancário no lugar e que até hoje é a principal atividade do país.

Templários notáveis

Os Nove Fundadores

Hugo de Payens (ou Payns)

Godofredo de Saint-Omer

Godofredo de Bisol ( ou Roral ou Rossal, ou Roland ou Rossel);

Payen de Montdidier ( ou Nirval de Montdidier);

André de Montbard (tio de S. Bernardo);

Arcimbaldo de Saint-Amand, ou Archambaud de Saint-Aignan;

Hugo Rigaud

Gondemaro, (ou Gondomar);

Arnaldo ou Arnoldo

Grãos-Mestres

Grãos-Mestres dos Cavaleiros Templários

Jacques de Molay – O último Grão-Mestre da Ordem, morreu queimado

1. Hugo de Payens 1118-1136
2. Robert de Craon 1136-1147
3. Everard des Barres 1147-1149
4. Bernard de Tremelay   1149-1153
5. André de Montbard 1153-1156
6. Bertrand de Blanchefort 1156-1169
7. Philippe de Milly 1169-1171
8. Odo de St Amand (PDG) 1171-1179
9. Arnold of Torroja 1181-1184
10. Gerard de Ridefort   1185-1189
11. Robert de Sablé 1191-1193
12. Gilbert Horal 1193-1200
13. Phillipe de Plessis 1201-1208
14. Guillaume de Chartres 1209-1219
15. Pedro de Montaigu 1218-1232
16. Armand de Périgord (PDG) 1232-1244
17. Richard de Bures (Contestado) 1244/5-1247 [13]
18. Guillaume de Sonnac   1247-1250
19. Renaud de Vichiers 1250-1256
20. Thomas Bérard 1256-1273
21. Guillaume de Beaujeu   1273-1291
22. Thibaud Gaudin 1291-1292
23. Jacques de Molay 1292-1314

Castelos

Mapa dos Reinos e fortificações templárias na Terra Santa.

Planta do Santuário da Rocha (onde outrora se encontrava o Templo de Salomão), com algumas de suas linhas de construção que podem ter servido de inspiração para os templos da Ordem.

Na Terra Santa

Castelo de Gaston – Principado de Antioquia

Chastel Blanc – Condado de Trípoli

Castelo de Tortosa – Condado de Trípoli

Castelo de Sidon – Reino Latino de Jerusalém

Castelo de Beaufort – Reino Latino de Jerusalém

Castelo de Gaza – Reino Latino de Jerusalém

Castelo de Safed – Reino Latino de Jerusalém

Castelo Peregrino – Reino Latino de Jerusalém

Castelo Hernault – Reino Latino de Jerusalém

Chastelet du Gué-Jacob – Reino Latino de Jerusalém

Na península Ibérica

Em Espanha

Castelo da Lúa –

Castelo de Ascó – 1173

Castelo de Barberà – 1143

Castelo de Castellote –

Castelo de Chalamera – 1143

Castelo de Granyena – 1131

Castelo de Gardeny –

Castelo de Monreal del Campo –

Castelo de Montesa –

Castelo de Monzón – 1143

Castelo de Peníscola – 1294

Castelo de Ponferrada – 1178

Castelo de Sória – 1128

Castelo de Xivert – 1169

Em Portugal

Castelo de Soure (1128)

Castelo de Celorico da Beira

Castelo de Ranhados

Castelo de Longroiva (1145)

Castelo de Cera (1159)

Castelo de Tomar (1160)

Castelo de Torres Novas

Castelo de Seda (1160)

Castelo de Pombal (c. 1160)

Castelo de Mogadouro (1165)

Castelo de Belmonte

Castelo de Sabugal

Castelo de Sortelha

Castelo de Penamacor

Castelo de Monsanto (1165)

Castelo de Salvaterra do Extremo

Castelo de Segura

Castelo de Rosmaninhal (1165)

Castelo de Penas Róias (1166)

Castelo de Almourol (1171)

Castelo do Zêzere (1174)

Castelo de Idanha-a-Nova (1187)

Castelo de Idanha-a-Velha (1197)

Castelo de Penamacor (c. 1199)

Castelo de Alpalhão

Castelo de Castelo Novo

Castelo de Ródão

Castelo de Belver

Castelo de Castro Marim

Castelo de Castelo Branco (1214)

Castelo de Vila do Touro (c. 1220)

Castelo de Nisa (1296)

Castelo de Amieira do Tejo

Castelo de Penha Garcia (1303)

Torre de Quintela

Torre de Dornes

Em Portugal

Igreja do Castelo dos Templários de Tomar. A sua planta circular evoca a Igreja dos Templários em Jerusalém.

Castelo de Almourol junto ao rio Tejo, fundado pelo mestre Gualdim Pais.

Os Templários entraram em Portugal ainda no tempo de D. Teresa, que lhes doou a povoação deFonte Arcada, Penafiel, em 1126. Um ano depois, a viúva do conde D. Henrique entregou-lhes oCastelo de Soure sob compromisso de colaborarem na conquista de terras aos mouros. Em 1145receberam o Castelo de Longroiva e dois anos decorridos ajudaram D. Afonso Henriques na conquista de Santarém e ficaram responsáveis pelo território entre o Mondego e o Tejo, a montante de Santarém.

Os Templários Portugueses a partir de 1160 ficaram sediados na cidade de Tomar. Através da bulaRegnans in coelis (12 de agosto de 1308) o Papa Clemente V dá conhecimento aos monarcas cristãos do processo movido contra os Templários, e pela bula Callidi serpentis vigil (dezembro de1310) decretou a prisão dos mesmos. Em Portugal, a partir de 1310 o rei D. Dinis buscou evitar a transferência dos bens da ordem extinta para os Hospitalários. Posteriormente, a 15 de março de1319, pela bula Ad ae exquibus o Papa João XXII instituiu a Ordo Militiae Jesu Christi (Ordem da Milícia de Jesus Cristo) à qual foram atribuídos os bens da extinta ordem no país. Após uma curta passagem por Castro Marim, a nova Ordem viria a sediar-se também em Tomar.

Nos tempos coevos, a afoiteza de D. Dinis ao permitir que Portugal servisse de valhacouto à Ordem pode-se observar de modo atilado nas Cruzes que adejam nas velas do Navio Escola “Sagres”, nas cores que matizam os aviões e helicópteros da Força Aérea Portuguesa, nas camisolas da Selecção Nacional e dos atletas olímpicos que a ostentam com ufania. Das várias Comendadorias (casas militares) a maior parte delas recebe o nome de um santo/a, mas também há algumas consagradas com o nome de reis.

Mestres Portugueses

Afonso Henriques, Irmão Templário (13.03.1129)

Guillaume Ricardo (1127 – 1139)

Hugues Martins (1139)

Hugues de Montoire (1143)

Pedro Arnaldo (1155 – 1158)

Gualdim Pais (1158 – 1195)

Lopo Fernandes

Fernando Dias (1202)

Gomes Ramires (1210 – 1212)

Pierre Alvares de Alvito (1212 – 1221)

Pedro Anes (1223 – 1224)

Martin Sanchez (1224 – 1229)

Estevão Belmonte (1229 – 1237)

Guillaume Fouque ou Fulco (1237 – 1242)

Martim Martins (1242 – 1248)

Pedro Gomes (1248 – 1251)

Paio Gomes (1251 – 1253)

Martim Nunes (1253 – 1265)

Gonçalo Martins (1268 – 1271)

Beltrão de Valverde (1273 – 1277)

João Escritor (1280 – 1283)

João Fernandes (1283 – 1288)

Afonso Pais-Gomes (1289 – 1290)

Lourenço Martins (1291 – 1295)

Vasco Fernandes (1295 – 1306)

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ordem_dos_Templ%C3%A1rios

Sociedade Vril

 SOCIEDADE SECRETA VRIL – GESELLSHAFT

Terminada a Primeira Guerra Mundial, que teve lugar entre 1914 e 1918, assinado o Tratado de Versalhes que definia as fronteiras dos países europeus, nomeadamente os territórios alemães e da Prússia Oriental, proibida que foi à Alemanha de possuir forças armadas, as Sociedades Secretas começaram a eclodir um pouco por todo o país…

e assim, esta história começa no ano de 1919, quando um alemão de nome Kaspar Haushofer funda uma sociedade secreta (paralela à sociedade secreta THULE-GESELLSCHAFT, que atuava apenas a nível político-econômico) designada por BRUDER DES LICHTS (os irmãos da luz), cuja designação foi alterada nesse mesmo ano para VRIL-GESELLSHAFTVRIL-GESELLSHAFT cujo objetivo essencial era o de estabelecer uma relação entre as observações de Óvnis que vinham sendo registadas desde a idade média, no centro-norte da Europa, e as antigas civilizações da Mesopotâmia.

Uma vez que os membros dessa sociedade secreta estavam convencidos que os povos daquela região eram descendentes de extraterrestres (oriundos do sistema solar de Aldebaran, cujos habitantes teriam iniciado a colonização do Universo há 500.000 anos, e atingido o nosso sistema há poucos milhares,  aterrando na região da Mesopotâmia, onde constituíram uma “casta superior”), nos finais daquele ano de 1919, a VRIL contatou uma médium, famosa na época, chamada Maria Orsic, para que com eles trabalhasse no intuito de apoia-los na investigação da existência de vida extraterrestre.

Ainda, segundo documentos capturados pelos aliados após a tomada de Berlim em 1945, a “médium” teria “recebido mensagens telepáticas (?) de origem extraterrestre” nas quais era-lhe descrito como construir uma máquina voadora para poder atingir o “outro lado”, com o auxílio de “uma tecnologia divina”.

Três anos mais tarde, a sociedade VRIL, com o apoio do Dr. W. SCHUMANN, professor da Universidade Técnica de Munique, iniciou a construção da dita “máquina voadora”.

No Verão de 1922 a “estranha máquina” parecia estar pronta. Era um objeto em forma de disco, com de 6 metros de diâmetro, um “torreão”  com 2 metros de altura, e que funcionava através da criação de campos eletromagnéticos.

Ao certo, não se sabe se aquela “geringonça” funcionou; o que se sabe é que, pouco depois, foi desmantelada.

Misticismo nazi

Wikipédia

Misticismo Nazi é um termo usado para descrever uma subcorrente do Nazismo quase religiosa, caracterizando-se pela combinação do nazismo com o ocultismo, o esoterismo, a cripto-história e o paranormal. Alguns casos atribuem uma importância religiosa à Adolf Hitler e à sua doutrina.

O misticismo nazi tem a sua origem nas ideias racistas de Arthur de Gobineau, Guido von List e Jörg Lanz von Liebenfels que tiveram um papel importante no início e vieram a fundar movimentos após a guerra. Oficiais Nazistas de alta patente como Heinrich Himmler, Rudolf Hess e Walther Darré foram conhecidos pelo seu interesse no misticismo e no paranormal.

O papel desempenhado pelo misticismo no desenvolvimento do Nazismo e dos seus ideais foi imediatamente identificado em 1940 por Lewis Spence na sua obra “As causas ocultas da presente guerra”. O esoterismo hitleriano centra-se nas mitologias pagãs, pré Cristãs como a Hindu e a Samurai.

Os Teutões de uma forma geral e os Povos Germânicos de uma forma particular serviram de base para a crença na Raça Ariana, e da sua superioridade sobre todas as outras. Foram sugeridas diferentes origens para o ínicio desta raça superior, desde a Atlântida, Thule na Escandinávia, Hyperborea naGrécia e Shambhala no Tibete. Outro pensamento dominante era o de que esta raça superior tinha sido enfraquecida por se misturar com outras raças “inferiores”.

A Sociedade Vril não tem atividades documentadas até 1915, mas crê-se que foi fundada pelo General Karl Haushofer, um aluno do mágico e metafisico russo Georg Ivanovitch Gurdjieff. Em Berlim, Haushofer fundou a Sociedade Vril. O seu objetivo era explorar as origens da raça ariana e praticar exercícios de concentração para a acordar as forças de Vril (uma raça subterrânea, baseada na obra de ficção A Raça Futura, de Edward Bulwer-Lytton). Quer Gurdjieff quer Haushofer afirmavam ter contatos com fontes tibetanas que tinham o segredo dos “super-homens”. Há quem afirme que o poder persuasivo de Hitler adivinha dos segredos ensinados por Gurdjieff, que tinha aprendido com os Sufis e os Lamas tibetanos, e estava familiarizado com os ensinamentos Zen da Sociedade Japonesa do Dragão Verde.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Misticismo_nazi

Sociedade Ahnenerbe

A Sociedade de estudos para a antiga história do espírito (Deutsche Ahnenerbe), mais conhecida como a Herança dos Ancestrais, foi criada no dia 1º de Julho de 1935. Em seu começo funcionou como um instituto de investigações avançadas das SS para logo se independer. Seus mentores foram Henrich Himmler, Herman Wirth e Walter Darre.

Havia 43 departamentos na Ahnenerbe, dos quais um era insólito, aquele que se dedicava às atividades ocultistas. Os interesses dessa verdadeira confraria, altamente seleta, versavam sobre: a busca do Santo Graal, escavações de vestígios atlantes, exploração e contato com as culturas místicas do Tibet, práticas de yoga, estudos de antigos cultos pagãos, viagens ao interior da Terra para comprovar se esta é realmente oca etc. O grande líder dessa seção, depois de Himmler, era Friedrich Hielscher, um homem enigmático e do qual há poucos dados.

Hielscher incentivou a famosa expedição ao Tibet (1938-1939). A missão foi comandada pelo antropólogo Erns Schaefer, acompanhado por cinco sábios alemães e 20 membros da SS.

Juntamente com a Ahnenerbe, coexistiram outras organizações que também tiveram uma vinculação esotérica. Uma delas foi a Thule, de onde surgiriam dois importantes desprendimentos: a Ordem do Sol Negro e a Loja Sociedade Vril.

Sociedade Ahnenerbe era um ramo das SS, dedicado principalmente à pesquisa de provas da superioridade da raça ariana, mas também envolvida em práticas de ocultismo. Fundada em 1935 por Himmler, esta Sociedade esteve envolvida na busca da Atlântida e doSanto Graal.

Sociedade Thule

Hitler e a Sociedade de Thule

Contradizendo a tudo o que tradicionalmente aprendemos na escola sobre Hitler, descobrimos uma outra face deste personagem histórico, que retinha consigo profundos conhecimentos ocultistas os quais poucos homens ocidentais vieram conhecer naquela época.

É de se crer que seu poder influente sobre as massas do povo alemão fosse algo incomum. Hitler era um homem que agia sabendo muito bem o que fazia, e não era um mero louco e insano, sem objetivos concretos. Hitler possuía 25% de sangue judeu em suas veias. Nasceu num povoado austríaco, centro de médiuns e videntes, com um ambiente psicamente carregado que influenciou sua visão da realidade. Dois famosos médiuns, os irmãos Schneider, nasceram no mesmo povoado e um deles teve a mesma ama de leite que Hitler.

Quando pequeno estudou na abadia de Lambach, onde sonhava ser sacerdote. Foi neste local que teve seu primeiro contato com o símbolo da suástica, que teria sido trazida pelo abade Teodorich Hagen, que ordenou que fosse esculpida em paredes, mesas e objetos de culto de toda a abadia. Hagen, viajou pelo oriente e era profundo conhecedor de magia e ocultismo. Nesta mesma época, a abadia recebeu a visita de um padre, Adolf Joseph Lanz, cujo físico correspondia exatamente ao protótipo da raça ariana. O padre Lanz se trancou várias vezes na biblioteca do monastério onde estudou mais de 30 anos de pesquisas feitas pelo abade Hagen. Segundo Lanz, que posteriormente veio a fundar a Ordem do Novo Templo e editar o Jornal Ostara em Viena, os únicos seres realmente humanos são os arianos louros de olhos azuis, o resto não passa de “macacos”, os símios de Sodoma, evocados na Bíblia, os demônios saídos de Gog e Magog, raças de cabelos escuros opostas aos arianos. Lanz afirma também que os arianos são a obra prima de Deus, dotados de poderes paranormais emanados por “centros de energia – chakras” e “órgão elétricos – kundalini”, que lhes conferem supremacia sobre qualquer outra criatura. O Fürer era um vegetariano convicto, não bebia, nem fumava, e esta atitude sua foi influenciada pela doutrina cátara de pureza, a exemplo da vida de Átila, o huno. Durante sua fase de pintor em Viena, Hitler se dedicava ao estudo do ocultismo e da magia e foi um assíduo leitor do Jornal Ostara publicado por Lanz.

Em 1912 era fundada a Sociedade de Thule à qual Hitler veio ter conhecimento, mas que nunca fez parte, adquirindo porém conhecimentos desta ordem a partir de seu secretário e lugar-tenente Rudolf Hess. Criada pelo barão Rudolf von Sebottendorf, que em viagem à Turquia entrou em contato com iniciados drusos que afirmavam receber seus ensinamentos espirituais do “Senhor do Mundo” o senhor de Thule ou Shambala – o governo oculto do mundo, reino dos hiperbóreos. Daí o nome Thule. Para Von Sebottendorf, a raça dos hiperbóreos (ariana) possuía um poder oculto: “quem o controlá-lo poderia dominar o mundo” – este poder seria o vril. Hitler também teve contado com a ordem do Vril, ligada à Thule. Esta ordem é um grupo esotérico que continua vivo ainda hoje na Índia, seu país de origem, onde conta com mais de dois milhões de adeptos. A palavra vril significa uma reserva formidável de energia presente no homem e da qual ele utiliza apenas uma ínfima parte. Dentro dos conhecimentos iogues, vril e kundalini siginifcam a mesma coisa: o fogo serpentino – o 3o Logos. Os adoradores do vril veneram o Sol levantando suas mãos em sua direção numa saudação semelhante à feita pelos nazistas e pelos antigos egípcios no culto a Rá, o Deus Sol. Os templos deste culto estão decorados com grande variedade de cruzes gamadas, aliás, na Índia a cruz gamada é tida como um símbolo de poder, porém ela é escrita em sentido horário, onde representa a evolução e nos quadrados mágicos da numerologia judaica tem o valor 360 representando o fogo – a espiritualidade e o Logos. Os nazistas inverteram a posição da suástica, que veio representar o elemento terra – Malchut na Cabala, tendo assim o valor 666 – o número da Besta. Mas em meio a tudo isto existia algo mais: haviam seitas tibetanas e sua magia. A Thule e seus seguidores foram profundamente influenciados pela magia negra tibetana e tiveram mesmo contato com os bompos tibetanos de barrete negro na Alemanha. Estes teriam sido invocados para agir politicamente na Europa através de sua magia tântrica.

Mais uma coisa interessante sobre a personalidade de Hitler, era que ele tinha a astrologia e a geomancia em alta conta, e as consultava antes de seus ataques. Aliás, todos os ataques foram feitos seguindo as linhas de força geomânticas e telúricas da Europa. A consulta ao pêndulo e à rabdomancia para saber a posição dos barcos aliados era algo costumeiro, feito muitas vezes por Himmler, uma brilhante mente do nazismo de Hitler. Acredita-se que Hitler tivesse algum tipo de pacto demoníaco, onde oferecia os judeus queimados nos fornos para adquirir mais poder para rodar a suástica invertida sobre toda a Europa e assim conquistar o mundo. E o teria feito se não tivesse vacilado em seu último combate. Hitler veio falecer em abril de 1945, e sua morte ainda é uma incógnita, não se sabe se ele fugiu, suicidou-se ou se foi assassinado.

Wikipédia

Sociedade Thule (em alemão: Thule-Gesellschaft), originalmente Studiengruppe für germanisches Altertum (“Grupo de Estudo para a Antiguidade Alemã”) foi uma sociedade secreta ocultista e völkisch de Munique, cujo nome era uma referência ao país místico da lenga grega. A sociedade é notável principalmente pela organização que patrocinou o Deutsche Arbeiterpartei (DAP), que posteriormente foi transformado por Adolf Hitler no Partido Nacional Socialista Alemão dos Trabalhadores (Partido Nazista). No entanto, não há nenhuma evidência de que Hitler tenha frequentado a Sociedade de Thule.[1].

Por outro lado, existem inúmeras referencias à participaçao de Hitler na sociedade Thule ou Vrill. Podemos constatar isso em: “The unknown Hitler” de Wulf Schwarzwaller; em “The coming race” de Bulwer Lytton’s; em “Morning of the Magicians” de Jacques Bergier and Louis Pauwels; etc.

Podemos considerar como facto consumado a participaçao de Hitler, se atendermos a uma leitura cuidade na Biblioteca estatal de Berlín. pode-se tambem citar Wulf Schwarzwaller: “In Berlin, Haushofer had founded the Luminous Lodge or the Vril Society. The Lodge’s objective was to explore the origins of the Aryan race and to perform exercises in concentration to awaken the forces of “Vril”.”; “The Lodge included Hitler, Aalfred, Rosenberg, Himmler, Goring and Hitler’s subsequent personal physician Dr. Morell. It is also known that Aleister Crowley and Gurdjieff sought contact with Hitler. Hitler’s unusual powers of suggestion become more understandable if one keeps in mind that he had access to the “secret” psychological techniques of Gurdjieff which, in turn, were based on the teachings of the Sufis and the Tibetan lamas and familiarized him with the Zen teaching of the Japanese Society of the Green Dragon.”.

No programa “The Vrill Society” da Discovery Civilazation, podemos constatar nao só a participação de Hitler mas o cargo de Grão Mestre que ele desempenhou.

Século XX

No século XX, é relacionada ao Grupo de Thule este fundado em 17 de Agosto de 1918 por Rudolf von Sebottendorff em Munique. O nomeThule é derivado da ilha mítica Thule. O seu nome original era “Studiengruppe für germanisches Altertum” (Grupo de estudo para antiguidade germânica), mas em breve com a formação do Grupo de Thule, este começou a disseminar propaganda anti-republicana e anti-semítica. A Sociedade Thule, existe a cerca de 1.200 anos e desde sua fundação, teve como objetivo a promoção das antigas tradições religiosas européias, tais como o Druidismo, o Wotanismo, o Woragsmo, a Asatru e a Vanatru, desde sua fundação ela sempre foi dirigida por Druidas e Ghodis nos cargos de Grão Mestre e Venerável.

Foi um grupo precursor que teve importancia na transformação do “Deutsche Arbeiter-Partei” (Partido Alemão dos Trabalhadores) que mais tarde se tornaria o NSDAP (Partido Nazista). Teve membros dos escalões de topo do partido, incluindo Rudolf Heß, Alfred Rosenberg, inclusive Adolf Hitler que já era Grão Mestre Cátaro, foi iniciado na Sociedade Thule e no Grupo de Thule por Rudolf Heß, enquanto estavam presos no forte de Landsberg. O seu órgão de imprensa foi o “Münchener Beobachter” (Observador de Munique) que mais tarde se tornaria o “Völkischer Beobachter” (Observador do Povo), o jornal do NSDAP. A sociedade Thule é também conhecida por estar associada à sociedade secreta Germanenorden.

O símbolo associado com o Grupo de Thule era uma adaga, e com a Sociedade Thule era e ainda é o octagrama, muitas vezes com três triângulos ou raios em seu interior.O site atual e oficial da Sociedade Thule é : http://www.sociedade-thule.8m.com . O Grupo de Thule atuou no Brasil até 1969, quando voltou novamente e agora com lojas no sudeste (SP, RJ) e sul do país.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sociedade_Thule

Skull and Bones

Skull and Bones (crânio e osso ) aceita apenas alunos da Universidade Yale, uma das mais elitizadas dos EUA, e o candidato tem que ser da alta aristocracia, brancos e protestante. Entre seus integrantes estão ex-presidentes, ministros da Suprema Corte, alguns dos mais influentes empresários do país, e grande parte dos espiões da CIA.

Inclusive a história da criação da CIA, durante a 2ª Guerra Mundial por membros da fraternidade Skull and Bones foi contada no filme “O Bom Pastor” (The Good Shepherd)

Como da para perceber esta sociedade é extremamente restrita a pouquíssimas pessoas, ao contrario da Maçonaria que esta presente em todo o Mundo e ate em cidades pequenas do interior do Brasil.

Wikipédia

A Skull and Bones (Ossos e Caveira, em português) é uma sociedade secreta estudantil dosEstados Unidos da América, fundada em 1832. Foi introduzida na Universidade de Yale por William Huntington Russell e Alphonso Taft em 1833.

Entre 1831 e 1832, Russell estudou na Alemanha, onde supostamente teria sido iniciado em uma sociedade secreta alemã, a qual teria inspirado a criação da Skull and Bones. Tal hipótese foi confirmada durante obras realizadas no salão de convenções da Skull and Bones. Naquela ocasião foi encontrado material que se refere a Skull and Bones como o capítulo de Yale de sociedade alemã Illuminati. Essa sociedade foi tornada ilegal por efeito de um edito do governo da Baviera, em 1785, continuando entretanto a existir, como uma organização clandestina.

A sociedade foi incorporada pela Russell Trust Association, em 1856.

Em 1846, Russell tornou-se membro da assembléia do estado de Connecticut e, em 1862, foi nomeado general da guarda nacional.

Alphonso Taft tornou-se ministro da guerra em 1876, e depois Vice-general e embaixador dos Estados Unidos na Rússia, em 1884. Seu filho,William Howard Taft, tornou-se mais tarde, magistrado e depois presidente dos Estados Unidos.

Yale é a única universidade com sociedades secretas onde são admitidos somente seniores, quer dizer antigos alunos. As duas outras sãoScroll and Key (“Chave e Pergaminho”) e Wolf’s Head (“Cabeça de lobo”).

Os candidatos são exclusivamente homens brancos, protestantes, e são originários habitualmente de famílias muito ricas. Frequentemente, seus pais já eram membros da ordem. No último ano de estudo, são denominados cavaleiros.

Influência na política

Há hipóteses de conexões da Skull And Bones com a CIA, Illuminati, Bilderbergers e com a Maçonaria. Tais teorias foram a base do filmeThe Skulls (Sociedade Secreta) que aborda uma sociedade secreta altamente sofisticada, fazendo uma clara alusão a Skull and Bones. A sociedade também foi incluída, assim como o grupo Whiffenpoofs, no filme de 2006 The Good Shepherd (O bom Pastor), sobre as origens da CIA, no qual o personagem principal pertence à Skull and Bones.

Nas eleições presidenciais de 2004 nos Estados Unidos, tanto o candidato democrata quanto o republicano eram membros da sociedade.

George W. Bush assumiu publicamente ser um membro da Skull and Bones, assim como seu adversário na Eleição presidencial dos Estados Unidos da América (2004) John Kerry.

Integrantes famosos

William Howard Taft – Secretário da guerra (1904-1908) e 27º presidente dos EUA, filho de Alphonso Taft, fundador do grupo.

William Averell Harriman – Embaixador dos EUA na URSS (1943-1946), secretário de comércio (1946-1948) e governador de NY (1955-1958)

Henry Robinson Luce – Fundador de Time-Life, um dos mais importantes conglomerados de comunicação dos EUA.

George Herbert Walker Bush – Fazendeiro e empresário do petróleo no Texas. Foi o 11º diretor da CIA e 41º Presidente dos EUA.

George Walker Bush – Governador do Texas (1995-2000) e 43º presidente dos EUA.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Skull_and_Bones

S.S.C

Sociedade Secreta Cristã, usada em algumas situações por cristãos que de certo modo dariam suas vidas para que a Igreja triunfasse. Atualmente se envolveram em questões políticas e sociais e não ganhou o apoio do Vaticano. A questão política abordada aqui se diz respeito à eleição francesa apoiando a candidata Ségolène Royal.

Round Table

A primeira mesa redonda foi formada em Norwich, Inglaterra, em 1927. O fundador, Louis Marchesi, era um jovem membro do Rotary Club de Norwich, que sentiram a necessidade existente para um clube onde os jovens homens de negócios da cidade poderia reunir em uma base regular. Em um discurso na frente do rotariano afirmou:

  • Há coisas que devemos fazer,
  • Há coisas que podemos fazer
  •  Há coisas que devemos fazer.

E ele apontou o problema da mudança, que só pode ser conseguido com os jovens. Ele percebeu que esse tipo de mudança precisa de uma nova forma de organização – “Mesa Redonda”.

Nas reuniões que eles pudessem trocar idéias, aprender com as experiências de seus colegas e jogar uma parte do coletivo na vida cívica de Norwich.Desde muito cedo, foi acordado que a Mesa Redonda seria uma não-religiosa do clube, não política e que se manteve até hoje.

Mesa Redonda usou o lema da Adote, adaptar e melhorar para torná-lo uma organização que ainda é relevante no século 21. O lema, bem como o nome de Mesa Redonda foi adotada a partir de um discurso do príncipe de Gales, que disse durante uma reunião da Mesa Redonda “Os negócios e os homens jovens profissionais deste país devem se reunir em volta da mesa, adotar métodos que provaram ser tão boa no passado, adaptá-los às necessidades de mudança do tempo e, sempre que possível, melhorá-los “.

Desenvolvimento

Logo após a fundação da Mesa Redonda em Norwich uma segunda mesa redonda foi criada em Portsmouth, no sul da Inglaterra eo subsequente crescimento foi rápido, não sendo 125 quadros com uma adesão de 4600 com a eclosão da Segunda Guerra Mundial em 1939. Mesa Redonda também provou ser um ideal universal, o primeiro quadro formado fora do Reino Unido foi em Copenhaga, na Dinamarca, em 1936. Durante os anos da guerra Mesa Redonda na Dinamarca continuou a se expandir, embora a actividade ilhas britânicas foi restringida e tinha a natureza de uma operação de exploração. Após 1945, o padrão de crescimento foi rapidamente restabelecida. Mesa Redonda agora floresce na maioria dos países europeus, na África e no Oriente Médio, Índia, Hong Kong, ea Nova Zelândia e as Américas.

Mesa redonda Conquistas

Mesa Redonda em cada país tem a sua única identidade e propósito, no entanto, em muitos é conhecido por sua esforços para ajudar na sua própria comunidade e para ajudar os seus membros menos favorecidos, pois a sua preocupação com a qualidade de vida e para a ajuda que dá a várias causas beneficentes, para a aquisição de equipamento salva-vidas, ajudando crianças com doenças terminais, apoio em caso de catástrofes como a fome e os efeitos de tragédias como as consequências do tsunami. A maneira como cada mesa-redonda assistências varia, mas todos eles partilham objectivos semelhantes para não ter um senso de propósito, mas também para ganhar a satisfação da organização e permitir que os membros a desenvolver outras habilidades que não podem ser utilizadas no dia-a-dia normal de trabalho.

Outra faceta da Mesa Redonda, raramente reconhecido até mesmo pelos seus membros, mas de grande importância para o indivíduo, é a oportunidade que oferece para os membros para alargar a sua experiência, de se expressar com clareza, para aprender a arte da liderança e reforçar seu papel como cidadãos responsáveis ​​e formar amizades duradouras.

Mesa Redonda Em todo o mundo

Mesa Redonda existe em mais de 65 países e tem como um de seus objetivos “para promover o estabelecimento da paz e boa vontade nas relações internacionais”. Como resultado muitas mesas redonda têm ligações ou “geminadas”, com quadros de outros países com os quais troca de visitas são organizadas em uma base regular.

Além da Mesa Redonda Internacional suporta um número de Projetos de Serviços, particulrly os da África e da Ásia. Mesa Redonda foi instrumental no estabelecimento de clínicas em África, aldeias de refugiados em Hong Kong e na reconstrução de escolas na Índia e no Sri Lanka após o tsunami. O poder da Mesa Redonda vem da capacidade de esforço de ajuda direta e fundos, direto ao ponto da exigência, sem a sobrecarga das agências tradicionais. Muitas vezes, o alívio é dada aos quadros locais Redonda nas áreas afetadas para distribuir localmente.

Fundador

Erminio William Louis Marchesi nasceu 19 janeiro de 1898 de uma mãe irlandesa, e um padre suíço. Seu pai era da pequena cidade de Poschiavo. O nome de família vive até hoje na cidade para a doação da Igreja e do hospital para a comunidade local.

Entrou para o Exército, o menor de idade, na 1 ª Guerra Mundial e serviu durante a guerra. Ele foi torpedeado ao largo do Cabo da Boa Esperança, e passou 10 horas no mar. Em suas cartas para casa, ele chamava a si mesmo “Erminio”, mais tarde usando o “Louis”, mas ao mesmo tempo na tabela, ele se chamou de “Mark”

Mark tornou-se um membro do Rotary Club de Norwich. Em seu primeiro discurso no clube, ele foi obrigado a falar sobre um assunto sobre o qual ele sabia mais do que ninguém na sala: O que é ser de 27 anos. Ele desenvolveu a idéia, enquanto em seus pés, para criar um clube que foi exclusivamente para os homens jovens.

Na feira das Indústrias Britânicas, em Birmingham, o Príncipe de Gales, disse que “jovens empresários e profissionais dos homens deste país devem se reunir RODADA a TABELA , ADOTE métodos que se revelaram tão boa no passado, ADAPT -los às necessidades de mudança do tempo e, sempre que possível, MELHORAR eles. “Este discurso acelerado Mark `s, entusiasmo e levou a uma reunião na Casa Suckling em Norwich em 14 de marco de 1927 em que o” Mesa Redonda “foi formado. Seu lema era e ainda é ” ADOTE , ADAPT , MELHORAR ”

Em junho de 1929, Mark tendo sido secretário, começou a “News and Views” continuar como editor até 1932.

Em 11 de outubro de 1934 ele se casou com sua esposa “Dolly”, que seria o seu apoio sempre presente até a sua doença terminal.

1935-1936 Foi presidente da RTBI. Um de seus melhores momentos me veio em 1936 quando RT Dinamarca foi formado.

1939-1945 WW2 Ele estava envolvido em espionagem por causa de suas habilidades lingüísticas

Marcos sempre foi um desportista, particularmente o futebol e boxe, tênis jogado até sobre a idade de 50 anos. Ele era um grande nadador, que salvou sua vida na 1 ª Guerra Mundial. Uma anedota revela sua imperturbabilidade: tinha esquecido o seu vestido de calças, mas foi tranquilo como o seu marrons não podia ser visto atrás da mesa.

Ele gostava muito de brincadeiras, em uma festa de despedida de uma Conferência Nacional, ele apareceu de macacão com uma vassoura para varrer, ele ficou encantado ninguém o reconheceu. Ele pretendia viver até 70 (três anos e escore 10) em 68 foi dado 6 meses de vida por seu médico, mas ele fez 70 anos, morreu em 10 de dezembro de 1968

Ele considerou de Rudyard Kipling “Se”, como a Bíblia o seu segundo, mantendo uma cópia emoldurada em sua cabeceira.

Mais de 3000 pessoas compareceram no seu funeral Catedral de Westminster, na qual Revmo. cânone Rev FJ Bartlett disse que era óbvio para todos, pela natureza e tamanho da congregação que Marcos era um homem de visão e inspiração. Ele referiu-se a congregação para as palavras de Christopher Wren no chão da Catedral St.Pauls “Se você quiser ver um memorial a este homem, olhe ao seu redor”

Fonte: http://www.roundtable.name/?